Tetita

Janelas da minha alma

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MOTE: ALMAS GEMEAS
Almas gemeas

No discreto desígnio de uma palavra
E na fina subtileza se um olhar
Na graça aliciante de um sorriso
Na singela emoção que emana
Nas descobertas que ambos fazem
Nesse enlear subtil que acontece sem se esperar
Ocorre que um sentimento profundo
Que a distancia num mundo tão vasto os separou
acorda repentinamente e as distancias se diluem
Almas gémeas separadas e por fim encontradas
E nesse desenrolar do tempo que não para
A princesa adormecida no seu esquife
Recebe o beijo que acorda o seu desejo
Adormecida cem anos ausente da vida e de repente
A fogueira se atiça num abrasamento
Aquece as entranhas a alma se inflama o amor desperto
E esse sono profundo num corpo vivo mas desapaixonado
Que ainda não encontrara na vida a razão do ser
Enlaçam-se no laço divino do amor
Coo sempre se tivessem conhecido
Apenas uma invisibilidade que o ser humano não descortina
por razões desconhecidas os separavam
apenas um acaso tornará pares
almas vibrantes aquecidas fortemente presas
de tta

Tetita

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Publicado em 07/02/2010 às 23h26


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